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Broken Sword: Jogá-lo é como Rever Velhos Amigos
Broken Sword: Jogá-lo é como Rever Velhos Amigos

Não sou, de todo, um gamer. É raríssimo jogar seja ao que for, mas há 1 ou 2 jogos especiais que acompanho religiosamente. Não os deixo escapar, mas também não tenho pressa para os jogar porque quero que durem.

tghiujo

Não sou, de todo, um gamer. É raríssimo jogar seja ao que for, mas há 1 ou 2 jogos especiais que acompanho religiosamente. Não os deixo escapar, mas também não tenho pressa para os jogar porque quero que durem.

Broken Sword é talvez o meu favorito. Foi há 20 anos que o joguei pela primeira vez. Noutra casa, num PC que devia ser para aí um Pentium 133, com monitor CRT (grande máquina na altura). Ainda guardo a caixa original (foto de cima).

Foi nessa altura que “conheci” o George Stobbart e a Nico Collard e desde então tenho acompanhado as suas aventuras. Cada episódio da saga que sai é como rever velhos amigos e jogá-lo é delicioso: um misto entre ver um filme e fazer parte da ação.

A narrativa é fantástica, o argumento do jogo é sempre fenomenal, meio “místico”, meio histórico. Os puzzles não são particularmente dificeis, mas resolvê-los dá uma inegável satisfação. Os diálogos estão carregados de humor inteligente, ironia, segundos sentidos e “inside jokes” que só quem jogou os capítulos anteriores perceberá. É sublime!

Nas férias do Natal deste ano deu-me para comprar o 5º capítulo, que já está a pouco mais de 5 Eur na Appstore. Joguei-o desde aí, no iPad (foto de baixo). Tentei fazê-lo render, jogando apenas 1 ou 2 cenas por dia. Cheguei hoje ao fim, e já estou com saudades deles.


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Categoria/s: Jogos