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I, TONYA: A verdade não existe
I, TONYA: A verdade não existe

Muito provavelmente, a melhor performance da Margot Robbie até ao momento.

“America. They want someone to love, they want someone to hate.”

Acredito que para muitos, tal como Um Gajo, o nome Tonya Harding não diga grande coisa. Não faço a mais pequena ideia de qual foi o impacto que toda a sua história teve na altura. Ainda assim, é minimamente interessante para que nos sentemos na sala de cinema e fiquemos a assistir o que “I, Tonya” tem para nos contar.

O filme inicia-se com ímpeto, o que nem sempre é bom. E, neste caso, penso que tenha jogado um pouco contra os objectivos de Steven Rogers e Craig Gillespie, argumentista e realizador, respectivamente. Ambos, em conjunto, oferecem-nos uma óptima dinâmica, criada entre o desenrolar da história e as entrevistas feitas posteriormente ao desfecho do caso Harding, o que nos dá um insight diferente sobre cada personagem.

De destacar o trabalho excelente da equipa de edição, com um corte limpo e descomplicado. Infelizmente, o desenvolvimento do enredo em si, nem sempre é envolvente, arrastando-se por vezes. Pedia-se um pouco mais de mistério, apesar de ser uma história conhecida, para que nos pudéssemos relacionar melhor com as personagens após o desfecho final, o que não acontece de forma tão natural.

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De qualquer das formas, o grande destaque vai para os actores envolvidos. Principalmente, o elenco feminino. Allison Janney rouba o show sem dó nem piedade, algo inerente à própria personagem.

Mas não podemos descurar a performance de Margot Robbie, muito provavelmente, a sua melhor até ao momento.

Ambas actrizes mergulharam completamente nos seus papéis, tornando-se, sem dúvida, no ponto forte de “I, Tonya”. O que não vai facilitar a corrida ao Oscar de melhor actriz e melhor actriz secundária, apesar da competição super feroz das suas colegas de profissão.

Classificação: 7/10.

Enjoy!

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Categoria/s: Os filmes que um gajo vê