Uma jornalista foi condenada na Arábia Saudita a 60 chibatadas por ter feito uma entrevista – para um programa de televisão – com um homem saudita que admitiu ter mantido relações sexuais fora do casamento.
O programa, feito pela TV libanesa por satélite LBC, provocou um grande escândalo na conservadora Arábia Saudita quando foi difundido há vários meses.
A jornalista é uma das duas mulheres empregadas da LBC que foram presas após o escândalo.
Mazen Abdul Jawad, o homem saudita que concedeu a entrevista contando como conseguia manter relações sexuais com mulheres no país, também foi preso. Apesar de um pedido formal de desculpas, ele foi preso e condenado a cinco anos de prisão e mil chibatadas.
A entrevista era parte de uma série da LBC que examinava tabus no mundo árabe.
O sexo fora do casamento na Arábia Saudita é um dos maiores desses tabus.
Abdul Jawad provocou polémica ao descrever as suas técnicas para conhecer mulheres sauditas e manter relações sexuais com elas.
Três dos seus amigos que também apareceram no programa foram condenados a dois anos de prisão cada um.
Abdul Jawad acusou a LBC de enganá-lo. Para além disso a Arábia Saudita fechou os escritórios da emissora de televisão LBC na Arábia Saudita.
O canal tem sido há muito tempo atacado por líderes religiosos sauditas por ser um dos principais canais árabes por satélite a transmitir programas para o país com cantoras e atrizes árabes vestidas de maneira sensual.
Por ironia, a LBC é co-propriedade do príncipe saudita Alwaleed bin Talal, bilionário e magnata dos média na Arábia Saudita.






(14 votos | media: 4,00 em 5)


















21 de Janeiro, 2010 às 17:36
O que deviam ser valores morais, nestes países atrasados são leis.
Não defendo a infidelidade, defendo sim o direito de escolha que é coisa que parece não existir por essas partes.
21 de Janeiro, 2010 às 17:41
cambada de anormais
21 de Janeiro, 2010 às 18:34
Realmente, á cenas neste mundo que por amor e deus.
“Apesar de um pedido formal de desculpas, ele foi preso e condenado a cinco anos de prisão e mil chibatadas.”
Se até os animais tem direitos, então e as pessoas? Desculpem a franqueza mas para mim isto são países/regiões/sub mundos/localidades, em que o pessoal vive da maneira que vive porque quer, em Portugal estávamos descontentes ouve o 25 de Abril, então façam o mesmo.
Pelo menos é a minha opinião
21 de Janeiro, 2010 às 2:26
Um gajo lá não pode dar um peido na via publica que leva logo com chibatadas no pelo, chixa