
A obesidade é um problema dos tempos modernos. Comemos muito e comemos mal, com gordura saturada e muita fritura. A cultura do fast food onde grande parte das calorias diárias são consumidas na forma de um hambúrguer está causando diversas doenças e problemas físicos para as pessoas. Já existem alguns que comparam a obesidade com o problema do fumo.
Muito desta cultura foi criada nos EUA, onde empresas como o McDonald’s e o KFC vendiam comidas altamente gordurosas e as pessoas as consumiam sem pensar nas consequências. Agora quem entrou na faixa da obesidade enfrenta problemas como doenças do coração, diabetes, AVC, câncer e transtornos ósseos e musculares. É curioso ver que exatamente nos EUA surgiu uma das maneiras mais bizarras de se combater a obesidade: negar ao obeso a conclusão do ensino superior.
Tudo começou em 2006 quando a Lincoln University, em Oxford, decidiu forçar seus alunos com índice de massa corpórea (IMC) acima de 30 a praticarem Educação Física pelo menos três horas por semana. Agora que três anos se passaram e esta turma está para se formar, a universidade está querendo negar aos alunos que não estiverem com o IMC abaixo desta marca o direito a concluir o curso.
obesidade-IMC Você leu direito. Quem estiver obeso não se forma. O chefe do departamento de saúde da universidade, James L. DeBoy, defende a decisão afirmando que estamos em tempos drásticos, que requerem medidas drásticas. Para ele a obesidade é uma epidemia nos EUA.
Os alunos ameaçados pela medida estão revoltados. A estudante de jornalismo Sharifa Riley aponta o requisito do IMC como ridículo e completa dizendo que depois de quatro anos de estudo e trabalho ninguém deveria impedi-la de se formar por causa do seu peso.
A obesidade pode realmente trazer diversos problemas para o ser humano, mas criar uma regra espartana como esta em uma instituição de ensino é irreal. A preocupação do aluno na universidade é com o aprendizado, com a sua formação como profissional. O peso, as medida e o IMC podem ser trabalhados por fora, como algo extra, mas nunca como pré-requisito da formatura. Os males causados pelo cigarro e pelo álcool são conhecidos e comprovados. Eu só queria ver a reação dos alunos se a universidade negasse a formatura daqueles que bebem ou fumam, além de demitir professores que apresentarem este comportamento.

Quem é “gordo” já tem que ouvir piadas, sofrer discriminação e se ver como algo diferente do padrão de beleza. A abordagem necessária para que esta pessoa mude sua maneira de ser com certeza não é esta.
Fonte: MSN Notícias


























7 de Dezembro, 2009 às 17:25
Isto é mesmo parvo…
7 de Dezembro, 2009 às 18:51
Vou ser honesto: concordo que eles queiram acabar com, ou pelo menos tratar de reduzir, a obesidade. Acho que nesses aspecto Oxford foi pioneira.
Agora a forma de o fazerem é drástica… de mais. Há pessoas que são obesas por questões genéticas, e não culturais. E negar a uma pessoa que sofre de uma doença a formatura é como negar a um inválido.
7 de Dezembro, 2009 às 20:18
A ideia é boa. A intençao. Mas a forma como querem obter é deploravel. PLEASE!
7 de Dezembro, 2009 às 20:51
concordo plenamente! se voces lerem o artigo percebem duas coisas:
1- há 3 anos que a universidade tenta com que os alunos se mantenham ABAIXO DA OBESIDADE e ao fim de 3 anos ainda há alunos OBESOS. Vocês concerteza não leram a palavra OBESO.
uma coisa é ter excesso de peso, outra é ser obeso.
e não me venham com essas tretas de que há pessoas que têm problemas genéticos e doenças e não sei que! isso é só merda que inventam! quando OBESOS (atenção que a palavra é OBESOS não me refiro a um pequeno excesso de peso) é que vocês conheçem que engordem sem comer?!?! PAGAVA para ver isso! seria um fenómeno da natureza!!!
para mim a história de um obeso ser obeso por questões genéticas é tão válida como um toxicodependente ser toxicodependente por ter uma vida difícil e tal…opções há muitas, cada qual toma a que quer!
7 de Dezembro, 2009 às 0:10
Tassilgo, ser obeso é por definição ter excesso de peso, “todo” o excesso de peso é obesidade, agora se estás a falar de uma pessoa que mede cerca de 1,60m e pesa 140kg, estamos a falar de Obesidade Mórbida evidentemente.
São duas coisas que resultam uma da outra. Pelo menos a minha médica de familia assim me explicou.
E sim, existem pessoas com a predisposição para engordar, estão genéticamente marcadas devido a um baixíssimo metabolismo que não se eleva facilmente para que possam perder peso.
É evidente que uma pessoa com este tipo de predisposição metabólica, pode emagrecer a custo, mas pode.
Não vai é obter resultados incríveis como a maior parte das pessoas gostaria.
Não se esqueçam que para uma pessoa emagrecer, primeiro tem de se mentalizar do que vai fazer, senão vai voltar a ganhar o peso ainda mais rápido, e acredito que nestas pessoas isto seja muito difícil.
Daí eu achar esta ideia parva, pois a última coisa que uma pessoa que quer perder peso precisa, é de mais stress e pressão exterior.
Eu acredito que em alguns casos possa ser uma doença, porque existe um processo químico no corpo humano onde uma enzima ajuda o corpo a assimilar as moléculas da gordura transformando-a em energia, queimando-a, e sei que existem pessoas que não têm essa capacidade de assimilação de gordura, logo têm propenção para a acumular naturalmente e cada vez mais.
Mas enfim, cada caso é um caso, e não se pode generalizar.
7 de Dezembro, 2009 às 0:10
Enfim…a democracia é assim mesmo:HIPÓCRITA!
Agora só não entendo é porque razão quando alguém afirma que é nazi e é logo o “mau da fita” porque é sempre associado a actos discriminatórios quando no entanto estes Srs “democratas” vão colocar em prática uma acção destas!
Deixo aqui 1 conselho a todos esses Srs “democratas”:
- Matem todos os gordos,sejam eles genéticamente gordos ou fast food-dependentes!
Garanto que todos os problemas acabam em segundos!
7 de Dezembro, 2009 às 1:12
eu assino em baixo do que o V disse e axo que isso é comsiderado racismo.
7 de Dezembro, 2009 às 13:40
oxford não é nos eua
7 de Dezembro, 2009 às 17:02
“Quem é “gordo” já tem que ouvir piadas, sofrer discriminação e se ver como algo diferente do padrão de beleza.” E quem é magro????
7 de Dezembro, 2009 às 17:04
Avisaram-nos anos antes para fecharem a bokinha, não souberam ouvir… Também estamos a falar de americanos portanto…
7 de Dezembro, 2009 às 21:07
Há gente que fala aqui em perder peso como se fosse a coisa mais fácil do mundo.
E se não vos deixassem concluir o vosso curso por fumam ou porque bebem, achavam isso justo também?
Ninguém é igual, uns gostam mais de fazer exercício, outros nem por isso, tal como nem todos gostam de ler um livro por semana. E tal como o V disse, a perda de peso varia de pessoa para pessoa consoante o seu metabolismo, por isso é que há pessoas que não comem coisas por aí além mas k têm logo tendência a engordar, enquanto que já vi gajos a comer que nem bisontes e não engordam nem k a vaca tussa.
Não deixar um obeso acabar o curso é como proibir um gay tirar o curso por ser gay, pura xenofobia.
7 de Dezembro, 2009 às 19:51
STUPIDITY!
Se as pessoas querem ser obesas, que as deixem ser, não devem tirar o direito de fazer cursos só pela doença que têm, eu pessoalmente conheço pessoas que se sentem bem assim.
Acho que tirar direitos as pessoas quando elas não prejudicam os outros é injusto, pois ai essas pessoas é que estão a prejudicar os obesos e essas é que deviam pagar bem caro, além de ser um pecado estarem se a meter na vida dos outros, mas isso o meu amigo satanas ira tratar bem desses anti-obesos entre outros.