Ai Nanas!
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Uma Nova Imagem para Contos de Fadas Postado dia 28 de Outubro, 2009 em Arte
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Os Contos Infantis São Macabros Postado dia 27 de Outubro, 2009 em Curiosidades
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Cuidado com as histórias que contas às crianças.

A Branca de Neve

Na história da Branca de Neve que nós conhecemos, a rainha manda o caçador matá-la e trazer seu coração como prova. O caçador não consegue fazer isso e lhe traz o coração de um tipo de porco.
A boa notícia é que a Disney não distorceu tanto essa história, mas omitiu detalhes importantes: no conto original, a rainha pede o fígado e os pulmões de Branca de Neve, que serão servidos no jantar daquela noite! Também no original, a princesa acorda com o balanço do cavalo do príncipe, enquanto era levada para o castelo. Não há nada de beijo mágico. O que o príncipe queria fazer com o corpo desfalecido de uma garota é algo que vou deixar para sua imaginação. Ainda na versão dos irmãos Grimm, a rainha má é forçada, no final, a dançar até a morte usando sapatos de pedra, quentes como brasas.

Chapeuzinho Vermelho

A versão desse conto que conhecemos é aquela em que Chapeuzinho Vermelho, no final, é salva pelo caçador, que mata o lobo mau.
Porém, a versão original do francês Charles Perrault não é tão bonita. Nessa versão, chapeuzinho é uma garotinha bem educada que recebe falsas instruções quando pergunta ao lobo sobre o caminho até a casa da vovó. No fim, ela é simplesmente devorada pelo lobo. Só isso, e a história acaba. Não há caçador e nem vovozinha, apenas um lobo gordo e a Chapeuzinho Vermelho morta. A moral da história é que não se deve falar com estranhos.

A Pequena Sereia

A versão de 1989 de A Pequena Sereia poderia ser intitulada “A Grande Sortuda”. Nessa versão da Disney, a princesa Ariel termina sendo transformada em um ser humano para que possa casar com Eric. Há uma festa maravilhosa com a presença de seres humanos e seres do mar.
No entanto, no original de Hans Christian Andersen, Ariel vê o príncipe casar-se com outra e entra em desespero. Oferecem-lhe uma faca com a qual ela poderia matá-lo, mas, em vez disso, ela salta para o mar e morre ao voltar para a costa. Hans Christian Andersen modificou um pouco o final para amenizar a história. Na nova versão, ao invés de morrer na espuma da praia, ela se torna “filha do ar”, esperando ir para o céu. De qualquer forma, ela morre.



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Capuchinho Vermelho dos Tempos Modernos Postado dia 20 de Setembro, 2009 em Humor
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CAPUCHINHO VERMELHO

Tás a ver uma dama com um gorro vermelho? Yah, essa cena! A pita foi
obrigada pela kota dela a ir à toca da velha levar umas cenas, pq a velha
tava a bater mal, tázaver? E então disse-lhe:
- Ouve, nem te passes! Népia dessa cena de ires pelo refundido das
árvores, que salta-te um meco marado dos cornos para a frente e depois
tenho a bófia à cola!
Pá, a pita enfia a carapuça e vai na descontra pela estrada, mas a toca da
velha era bué longe, e a pita cagou na cena da kota dela e enfiou-se pelo
bosque. Népia de mitra, na boa e tal, curtindo o som do iPod…
É então que, ouve lá, salta um baita dog marado, todo chinado e bué ugly
mêmo, que vira-se pa ela e grita:
- Yoo, tá td? Dd tc?
- Tásse… do gueto alí! E tu… tásse? – disse a pita
- Yah! E atão, q se faz?
- Seca, man! Vou levar o pacote à velha que mora ao fundo da track, que tá
kuma moka do camano!
- Marado, marado!… Bute ripar uma até lá?
- Epá, má onda, tázaver? A minha cota não curte dessas cenas e põe-me de
pildra se me cata…
- Dasse, a cota não tá aqui, dama! Bute ripar até à casa da tua velha, até
te dou avanço, só naquela da curtição. Sem guita ao barulho nem nada.
- Yah prontes, na boa. Vais levar um baile katéte passas!!!
E lá riparam. Só que o dog enfiou-se por um short no meio do mato e chegou
à toca da velha na maior, com bué avanço, tázaver? Manda um toque na
porta, a velha “quem é e o camano” e ele “ah e tal, e não sei quê, que eu
sou a pita do gorro vermelho, e na na na…”. A velha abre a porta e
PIMBA, o dog papa-a toda… Mas mesmo, abre a bocarra e o camano e até
chuchou os dedos…
O mano chega, vai ao móvel da velha, saca uma shirt assim mêmo à velha que
a meca tinha lá, mete uns glasses na tromba e enfia-se no VL… o gajo
tava bué abichanado mêmo, mas a larica era muita e a pita era à maneira,
tásaver?
A pita chega, e tal, e malha na porta da velha.
- Basa aí cá pa dentro! – grita o dog.
- Yo velhita, tásse?
- Tásse e tal, cuma moca do camâno… mas na boa…
- Toma esta cena, pa mamares-te toda aí…
- Bacano, pa ver se trato esta cena.
- Pá, mica uma cena: pa ké esses baita olhos, man?
- Pá, pa micar melhor a cena, tázaver?
- Yah, yah… E os abanos, bué da bigs, pa ke é?
- Pá, pa poder controlar melhor a cena à volta, tázaver?
- Yah, bacano… e essa cremalheira toda janada e bué big? Pa que é a
cena?
- É PA CHINAR ESSE CORPO TODO!!! GRRRRRRRR!!!!
E o dog manda-se à pita, naquela mêmo de a engolir, né? Só que a pita
dá-lhe à brava na capoeira e saca um back-kick mesmo directo aos tomates
do man e basa porta fora! Vai pela rua aos berros e tal, o dog vem atrás e
dá-lhe um ganda-baite, pimba, mêmo nas nalgas, e quando vai pa engolir a
gaja aparece um meco daqueles que corta as cenas cum serrote, saca de
machado e afinfa-lhe mêmo nos cornos. O dog kinou logo alí, o mano china a
belly do dog e saca de lá a velha toda cheia da nhanha. Ina man, e a malta
a gregoriar-se toda!!!
E prontes, já tá…


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