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Espiões Chineses Roubam Dados do Estado Postado dia 16 de Outubro, 2009 em Sociedade, Tecnologia
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Empresa diz que encontrou dados do Estado em rede de ciber-espionagem chinesa

Um relatório divulgado esta semana afirma que informação sensível do Estado português foi roubada por uma rede informática sediada na China. Esta rede chama-se GhostNet e já em Março tinha sido alvo de um trabalho de investigadores da Universidade de Toronto, no Canadá, que concluíram que era usada para espiar computadores de mais de 100 países, entre os quais Portugal. Mas o documento levanta dúvidas.

O relatório foi publicado por uma empresa de segurança informática portuguesa, chamada Trusted Technologies e que é praticamente desconhecida. Os autores dizem ter entrado nos servidores da GhostNet e encontrado, entre outros dados, informação capaz de facultar o acesso a bases de dados do Ministério da Justiça, ficheiros sobre o sistema que gere as eleições em Portugal, documentos da Polícia Judiciária e informação sobre juízes e magistrados. A empresa diz ter uma cópia de toda esta informação, que só divulgará se existir “autorização expressa pelas entidades competentes”.

A própria Trusted Technologies enviou o documento às redacções e a instituições como a Presidência da República, a Procuradoria Geral da República, o Sindicato dos Magistrados e a Ordem dos Advogados. Hoje ao final da tarde, Bruno Vieira, engenheiro na Trusted e co-autor do relatório, disse ao PÚBLICO que não tinha tido qualquer resposta por parte destas entidades. Bruno Vieira contou que a investigação se desenrolou ao longo de cerca de seis meses e que foi motivada por notícias do início deste ano, que davam conta que vários computadores de organismos do Estado tinham sido alvo de ataques informáticos.

“Em teoria”, garantiu Vieira, a informação encontrada nos computadores chineses “põe em causa a segurança das instituições” e permite alterar bases de dados como as do Registo Predial ou até interferir com a contagem de votos numa eleição.

Muitos especialistas acreditam que a GhostNet possa ser operada por serviços de espionagem chineses, mas Vieira admitiu que, embora seja possível localizar geograficamente os computadores, não é possível ligá-los ao Governo de Pequim.

Já o director técnico da Symantec em Portugal, Timóteo Menezes, disse haver casos conhecidos de redes que tentam roubar informação de computadores de organismos estatais (os EUA queixam-se frequentemente de serem espiados pela China). Mas argumentou que o relatório levanta “muitas dúvidas”, não oferece uma explicação cabal da investigação e parece ser “uma história em que se pode querer acreditar”.

Segundo a Trusted, o processo de roubo de informação implica aquilo a que se chama engenharia social – ou seja, é necessário que um utilizador (como um funcionário) abra um ficheiro num e-mail ou aceda a um site controlado pelos atacantes. Depois, a GhostNet explora vulnerabilidades e instala software malicioso, com o qual é possível controlar à distância os computadores. As máquinas infectadas são então instruídas para enviar ficheiros para os computadores da rede espiã.

A GhostNet

Em Março deste ano, um grupo de investigadores da Universidade de Toronto, no Canadá, publicou a descoberta de uma rede de computadores sediada na China, que estava a armazenar ficheiros oficiais de 103 países – entre estes estava Portugal.

Os cientistas (que trabalharam a pedido do gabinete do Dalai Lama) disseram que a GhostNet tinha até à data sido responsável por infectar quase 1300 computadores. Os investigadores conseguiram descobrir o nome dos ficheiros a circular – mas, na maioria dos casos, não foram capazes de aceder ao conteúdo.

Fonte: Público


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Tibete (25 Fotos) Postado dia 13 de Julho, 2008 em Curiosidades
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Bandeira do TibeteO Tibete é hoje uma província incorporada à República Popular da China, considerada por esta como “região autônoma”. Possui uma área de aproximadamente 1,2 milhões de quilômetros quadrados (com uma pequena parte, ainda a ser definida, de controle e domínio da Índia). Taiwan (República da China) também reivindica o domínio total da região.

Sobre a questão da soberania tibetana, o governo da República Popular da China e o governo do Tibete em exílio discordam quanto à legitimidade de sua incorporação pela China.

A UNESCO e a Encyclopædia Britannica[1] consideram o Tibete como parte da Ásia Central, enquanto outras organizações a vêem como parte do Sul Asiático.

O rei Songtsän Gampo uniu muitas partes da região durante o século VII. A partir do século XVII, os dalai lamas, conhecidos como chefes espirituais da região, têm sido os chefes administrativos do Tibete centralizado. Na religião tibetana os dalai lamas são tidos como emanações de Avalokiteśvara (Chenrezig, Wylie: [spyan ras gzigs] em tibetano), o bodisatva da compaixão.

Entre o século XVII e o ano de 1959 o Dalai Lama e seus regentes serviram como principais autoridades da província, tanto na política como na religião, dirigindo-a a partir de sua tradicional capital, Lassa.

Conhecido como o “teto do mundo” por seus picos nevados, as montanhas do Tibete têm, em média, 4.875 metros, com destaque para a cordilheira do Himalaia.

Тибет


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