Ele cheira a erva, fica a fungar dentro do pacotinho durante algum tempo. Se é “da boa”, fica tão entusiasmado que acaba comendo um pouquinho da planta seca. Em poucos minutos, o gato começa a rolar no chão, brinca com o rabo, fica mocado. Podes apostar: o bicho consumiu catnip, ou o “trago do gato”, uma erva vendida em lojas de animais que ficou conhecida por aqui como “maconha de gato”.
Apesar dos efeitos estimulantes, a relação com qualquer droga acaba no apelido. “Não há nenhum relato de que a erva vicie ou faça mal à saúde dos animais”, diz a veterinária Regina Mota. Originária da Europa e dos Estados Unidos, a planta leva o nome científico de Nepeta cataria e pertence à mesma família da hortelã.
Algumas hipóteses atribuem ao remotíssimo passado selvagem do felino sua atração pela erva, cujo aroma traria lembranças dos tempos de caça na selva. “Não há estudos completos sobre a planta, mas sabe-se que os grandes felinos, como onças e leões, também são sensíveis a ela”, explica Regina.
Podem ser domésticos.
mas não deixam de ser felinos!































