Zezé Camarinha ameaça chamar paneileiro a Ricardo Araújo Pereira, na cara!
( que medo ò Zezé.. o Ricardo deve estar a tremer! )

Eu espero sinceramente, do fundo do coração, que esta merda seja uma brincadeira de mau gosto ou uma confusão entre o Natal e o Dia das Mentiras.

Está a circular a notícia de que a capa da playboy portugal dezembro de 2009 é Ricardo Araújo Pereira, algo por sinal inédito pois a revista playboy sempre foi associada a Mulheres.
É a primeira vez em 55 anos que tal acontece, a revista justificou-se como “a influência, o mediatismo, a importância político-social e o respeito transversal conferido pela sociedade portuguesa” pela directora de comunicação da revista Sara Esteves Cardoso.
Vai ser desta que acaba a revista…
Se uma paneleirice destas avança mesmo, o ainanas vai criar uma petição, a entregar ao Senhor Hefner, no sentido de forçar o fecho da Playboy em Portugal, antes que nos envergonhem mais.
O Primeiro-Ministro português, José Sócrates, foi o primeiro convidado do programa Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios.

O primeiro convidado dos Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios – programa ontem à noite pela SIC-, foi José Sócrates. Ricardo Araújo Pereira questionou o primeiro-ministro e secretário-geral do PS sobre questões como o computador Magalhães, a relação com Cavaco Silva e a TVI. Questões levantadas como o humor característico dos Gato Fedorento. José Sócrates nunca perdeu o sorriso e até tentou inverter as situações fazendo perguntas ao entrevistador, deu gosto ver.
Sócrates surpreendeu bastante pela positiva. Foi bom vê-lo descontraído, humilde, de bom humor, a falar sobre as questões da actualidade com muito fair play. Acho que não há dúvida possível.. prefiro 1000 vezes que ele continue como primeiro-ministro do que aquela velhota sem graça que já devia estar em casa a tomar conta dos netos.
PARTE 1

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PARTE 2

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PARTE 3

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O bom senso imperou. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou que os “Gato Fedorento” não violaram os limites legais de liberdade de expressão e de criação artística no sketch do programa “Zé Carlos”, da SIC, quando parodiaram o computador Magalhães, comparando-o a uma eucaristia.
Após 122 queixas de espectadores, que consideraram “Louvado sejas, ó Magalhães” como ofensivo, a ERC analisou o caso e optou por não penalizar o quarteto.
Em 12 páginas, que incluem aspectos da peça cómica, a ERC salienta que não tem competência para se pronunciar sobre o “bom ou mau gosto dos programas”. Apenas tem de verificar a adequação dos conteúdos às normais legais. Neste caso poderia estar apenas o abuso de liberdade de criação artística e de expressão. Mas a lei não foi posta em causa, diz a entidade.
O parecer refere que o humor e a crítica dos “Gato Fedorento” é “dirigida ao Governo e não a qualquer instituição da Igreja”. Além disso, “a religião, incluindo a fé católica ou qualquer outra, não é um campo vedado à sátira humorística num Estado de Direito democrático, que reconhece as liberdades de expressão e de criação artísticas”.
Enfim, uma posição de bom senso e pondera.






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