A alta tecnologia, religião e a psicose colectiva formam um estranho triângulo cujo vértice é uma fonte de água benta desenhada por um italiano chamado Luciano Marabese.
Trata-se de um dispensador de água benta, construído em terracota, com um mecanismo similar ás descargas automáticas nas casas de banho públicas que fazem correr o líquido quando se passa as mãos por baixo. Desta forma os frequentadores dos locais de culto podem benzer-se sem se contagiar com a gripe A.
Em Itália já morreram 15 pessoas com a gripe A o que originou preocuação nos 57 millões de habitantes. Uma das utilizadoras desfaz-se em elogios: “É genial. Graças a este invento já não nos preocupamos em contagiar com a gripe A. É um dispositivo perfeito para os nossos tempos”.
Fonte: Reuters
A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou hoje o registo do primeiro caso em Portugal de Gripe A
(H1N1 – gripe suína – gripe mexicana)

A suspeita surgiu a 30 de Abril, dia em que o Ministério da Saúde anunciou que uma mulher se encontrava em observação num hospital de Lisboa.
Nesse dia, em conferência de imprensa, o secretário de Estado da Saúde Manuel Pizarro disse que a paciente, a ser sujeita a análises, apresentava, contudo, uma “situação clínica bastante favorável”.
No encontro com a comunicação social a 01 de Maio, a ministra da Saúde esclareceu que a mulher, de 30 anos, observada no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, se encontrava em casa. O teste que realizou pelo Instituto Ricardo Jorge, em Lisboa, deu positivo para o vírus da gripe tipo A não sazonal pelo que a colheita seguiu para os laboratórios certificados da Organização Mundial de Saúde em Londres.
“A senhora apresentava um quadro compatível com o das pessoas infectadas pelo vírus e, como tinha vindo de uma zona infectada, o México, está em casa, com indicação para o cumprimento das regras anti contágio: o uso de uma máscara e a lavagem frequente das mãos”, esclareceu então a ministra.
“Todos as pessoas com quem ela contactou depois de regressar estão sinalizadas”, assegurou ainda a governante, para quem “o domicílio é o melhor lugar para a senhora estar, pois permite ter uma noção correcta das pessoas com quem convive”.









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