Hhaha um “handjob” ajuda até
quando o motor não pega!

Tens de ter o Flash Player para ver o Ainanas TV.
Tnks: Azrael
Li esta entrevista e resolvi postar aqui também. Pelo o que a médica relata, parece ser uma profissão em que não faltam experiências invulgares! Vale a pena ler.

Quantos pintos você vê por dia?
Em média, diria uns 30.
Conte-nos do maior, do menor e do pinto mais nojento que você já viu na vida.
Eu vi o menor ontem mesmo, pertence a um homem de 79 anos com incontinência. Ele passou por aqui para deixar uma análise de urina. Nesses casos, você precisa de uma camisinha muito grande ligada a um saco grande, para ficar preso no pênis. Após diversas tentativas de segurar seu pequeno pinto, a enfermeira veio falar comigo em pânico. Eu não acreditei nela. Fui ver e tenho que admitir: era muito traumatizante e um pouco vergonhoso. Parecia um pequeno clitóris, ou como a ponta do dedo mindinho. Tentei aplicar um catéter, mas não conseguia segurá-lo. Era como tentar achar uma agulha num palheiro. Por fim, apliquei um band-aid na base do pênis, o que me deu mais fricção entre os dois plásticos para a camisinha não deslizar. Também existe pênis que se retrai. Geralmente acontece com pessoas com obesidade mórbida, que acumulam muita gordura. Nesses casos, os pênis são sugados de volta para o corpo. Quando eles vêm para consultas, precisamos agarrar seus pintos com pinças e puxá-los para fora. Vendo assim, eles parecem botões de campainha.
Estudo finlandês diz que impotência é mais comum em
quem transa pouco

Todo mundo sabe que tem coisa que, se não permancer em uso contínuo, enferruja, perde o efeito ou tem seu efeito comprometido. E a tal lei do uso e desuso não se aplica apenas à máquinas ou objetos, mas também à performance sexual masculina. Ao menos é isso que afirma um grupo de médicos finlandeses do Hospital da Universidade de Tampere, a partir de um estudo feito com cerca de mil homens.
Pesquisando sobre disfunção erétil, mais conhecida como a temida impotência, os médicos descobriram que aqueles indivíduos que fazem sexo com mais freqüência correm menos risco de enfrentar esse problema, que compromete diretamente a percepção da própria masculinidade. De acordo com os pesquisadores finlandeses, que baseou o estudo em homens da cidade de Pirkanmaa, a incidência da disfunção erétil é duas vezes mais comum naqueles que relataram transar menos de uma vez por semana.
Falando em números, a impotência foi notada em 79 casos por mil entre os homens que fazem sexo menos de uma vez por semana em média. Entre os que transam ao menos uma vez por semana, a broxada acontece em 32 casos em cada mil. Já entre quem transa três ou mais vezes por semana, a taca de incidência da disfunção cai para apenas 16 por mil.
Sobre o resultado do estudo, os responsáveis pelo estudo afirmaram que “a prática freqüente do sexo tem um papel importante na preservação da função erétil entre homens. A atividade sexual contínua diminui a incidência de disfunção erétil de forma diretamente proporcional à freqüência do ato”.
Sabes o que deves fazer depois de leres esta notícia.. não sabes?!






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