Tudo não passou de um susto. A participação especial de Pedro Abrunhosa na primeira gala da final do concurso Ídolos, na SIC, ficou marcada por uma aparatosa queda em palco.

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“Com isto já vendi mais dez mil discos”, gracejou Abrunhosa, amparado pelo apresentador João Manzarra, que acorreu em seu auxílio após a queda.

O cantor tinha acabado de apresentar o novo single que fará parte do próximo álbum, com saída prevista para Abril. Será o primeiro registo gravado com os Comité Caviar, substitutos dos Bandemónio, que Abrunhosa diz ter “assassinado”. O músico portuense, depois de ser entrevistado por João Manzarra e Cláudia Vieira dirigiu-se ao piano, mas acabou por cair num dos vários buracos do palco, para espanto de quem estava no estúdio e dos milhões que assistiam, em directo, pela televisão.
O músico, como sempre de óculos escuros, recompôs-se rapidamente e sentou-se ao piano para acompanhar o concorrente Filipe Pinto em “Não Sei Quem Te Perdeu” e, logo depois, a concorrente Diana Piedade em “Momento”. Esta foi uma das várias “provas” desta “primeira mão” da final de Ídolos , programa que chega ao fim no próximo dia 14.
O famoso apresentador de televisão que recentemente se assumiu como homossexual (porque até lá ninguém desconfiava!) vai processar a RTP devido a uma piada feita sobre a sua pessoa no programa “5 para a Meia-Noite”.

Foi numa das últimas emissões do ano passado, edição apresentada por Filomena Cautela e com o convidado João Manzarra. A dada altura Filomena faz, a jeito de concurso, a seguinte pergunta a Manzarra:
Qual a apresentadora do ano?:
(1) Filomena Cautela
(2) Cláudia Vieira
(3) Carolina Patrocínio
(4) Manuel Luís Goucha
Manzarra escolheu Cláudia Vieira, mas parece que a resposta certa era mesmo Manuel Luís Goucha.
O apresentador que estava a assistir ao programa ficou revoltado:
“Não sou apresentadora, sou homem, mais homem que muitos homens que maltratam as mulheres. Uma coisa são as rábulas com actores, outra coisa são estas graçolas labregas e gratuitas (…) Exijo respeito, assim como respeito todos, independentemente das suas diferenças, crenças políticas, económicas, sociais e até sexuais. (…) Há que pôr ponto final no achincalhamento que existe sobre as pessoas que são diferentes”
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