Assim.. e o resultado até é interessante!
Mas mesmo assim preferimos dar-lhe a utilização normal.

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Tnks: XPTO
Mais uma campanha super original que alerta para os perigos das relações sexuais não protegidas.
Muito bem conseguido!

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Vive para ver muitos Natais

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Ao menos a Igreja Católica portuguesa aceita o uso do preservativo, mas continua muito muito atrasada.
A utilização do preservativo como forma de evitar a propagação da Sida, no seio do casal, foi admitida como podendo ser encarada como um «mal menor» pelo vice- presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. António Montes.
Comentando a anunciada divulgação, em breve, de um documento do Vaticano revendo a posição da Igreja quanto ao recurso ao preservativo para evitar a propagação da Sida, D. António Montes defendeu que a Igreja tem como missão, também, «apresentar a finalidade da sexualidade», num tempo em que se fala «do uso do preservativo de forma desgovernada».
«A vivência da sexualidade de uma forma anárquica, pode ter como consequência que o preservativo seja visto como panaceia universal», disse o vice-presidente da CEP, esclarecendo que «o exercício da sexualidade só tem uma verdadeira dimensão humana e cristã se for um veículo de amor, só se realiza num matrimónio heterossexual e monogâmico».
«Se no contexto desse matrimónio, algum ou os dois estão infectados, aí a utilização do preservativo é o chamado caso do mal menor», admitiu, durante a conferência de imprensa final da Assembleia Plenária da CEP, que hoje terminou em Fátima.
Durante os quatro dias de trabalhos da Assembleia Plenária, os bispos católicos portugueses debruçaram-se, também, sobre «os meios para promover a cultura da vida», congratulando-se «com a coerência e firmeza de todos quantos lutam pela defesa e promoção da vida».
Os prelados manifestaram, ainda, «o seu mais veemente desacordo» face às propostas legislativas em discussão sobre a reprodução medicamente assistida e, apesar de afirmarem que não fomentam a realização de um referendo sobre o assunto – objectivo de alguns movimentos de leigos, que estão a recolher assinaturas com vista a levarem o Parlamento a discutir a realização de uma consulta popular -, garantem que, se o referendo avançar, não irão ficar calados.
O mesmo se verifica quanto a um eventual referendo sobre o aborto. «A vida não pode ser sujeita a referendo em qualquer situação», disse o presidente da CEP, D. Jorge Ortiga, não escondendo que, em caso de consulta popular, a Igreja tomará partido.
A aprovação de um documento sobre a Educação Moral e Religiosa Católica, de novos estatutos para o Santuário de Fátima, o lançamento da ideia de criação de um Serviço Nacional de Catecumenado, em articulação entre as Comissões Episcopais de Liturgia e de Educação Cristã, estiveram, também, no centro dos trabalhos dos bispos desde segunda-feira.
Sobre este Serviço Nacional de Catecumenado, D. Carlos Azevedo, secretário da CEP, disse que há o objectivo de criar centros de formação cristã, que preparem gente para dar formação doutrinal, litúrgica e de exemplo de vida aos que chegam em fase adulta à fé católica ou que voltam a aproximar-se da Igreja.
Nos trabalhos, os bispos reconheceram, por outro lado, a necessidade de adaptação da linguagem da Igreja aos novos tempos e fizeram um balanço da recente Semana Social que se realizou em Braga.
Foi também divulgado um conjunto de iniciativas que a Igreja realizará nos próximos meses, como o Encontro Nacional dos Secretariados Diocesanos das Migrações e dos Missionários de Imigrantes (Viana do Castelo, de 10 a 13 de Julho) ou a Semana da Vida, subordinada ao tema «Família – Amor e Vida» (14 a 21 de Maio).
Entretanto, foi revelado que a delegação portuguesa que participará no V Encontro Mundial das Famílias com o Papa, em Valência, de 01 a 09 de Julho, será presidida por D. António Carrilho, D. Amândio Tomás e D. Antonino Dias, todos da Comissão Episcopal do Laicado e Família.
Um panfleto educativo de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), em especial a Aids, distribuída em unidades de saúde e terminais rodoviários de Vila Velha nesta terça-feira (1), dia mundial de combate a doença, causou polêmica. A utilização de termos pouco comuns em materiais informativos foi avaliada como ofensiva por alguns entrevistados, enquanto outros elogiaram a iniciativa.
O panfleto é colorido e possui desenhos ilustrativos de órgãos genitais e de atos sexuais. As imagens são acompanhadas de textos com rimas e gírias, que contam uma espécie de história envolvendo um encontro entre jovens. Do outro lado do panfleto, há informações sobre as DSTs e instruções sobre como usar o preservativo.
É aí que está o centro da polêmica. No texto, a palavra pênis é substituída pela gíria “pau” e no lugar do termo ereto é usada a palavra “duro”. Outra informação apontada como ofensiva foi a frase “A Aids não é coisa de vadia, doidão ou viado”, que foi vista como preconceituosa por algumas pessoas que receberam o material.

A D. Beatriz, organista numa igreja, tem 80 anos e é solteira.
É admirada por todos pela sua simpatia e doçura.
Uma tarde, convidou o novo padre da freguesia para ir lanchar a sua casa.
Ele ficou sentado no sofá enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água, onde boiava um preservativo.
Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu à curiosidade e perguntou porquê tal decoração em cima do Órgão.
Apontando para a jarra, ela respondeu:
- Ah, refere-se a isto? Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho com isto, no chão. As indicações diziam para colocar no órgão, manter húmido e que assim ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa? Este Inverno ainda não me constipei!…
Em novembro de 2008, durante um churrasco, uma garota de 15 anos de Sertãozinho (Brasil) deixou-se filmar por um telemovel fazendo sexo com cinco rapazes – todos maiores de idade.
“Foi apenas uma farra”, diria mais tarde a garota.
O que a adolescente não esperava é que as imagens de 16 minutos de sua ‘farra’ fossem postadas no Youtube.

Agora, ela ficou famosa lá no Sertãozinho, a “Califórnia Brasileira”, cidade de 101 mil habitantes que fica a 553 km de São Paulo.
Uma colega dela de escola disse a um jornal da região, A Cidade, que “todos falam deste vídeo. Mulher, homem, novo, velho. Todo mundo quer ver porque são todos conhecidos na cidade”.
O vídeo foi retirado do Youtube, mas é fácil encontrar na cidade alguém que tenha uma cópia. Aliás, o vídeo antes espalhou-se por bluetooth e MMS e só depois é que foi colocado na internet.
As imagens são nítidas: sem preservativo, os rapazes, um a um, se revezam na rapariga de 15 anos, enquanto ela faz sexo oral em um deles. Ninguém está constrangido com a filmagem. Um dos jovens coloca as cuecas na cabeça e finge tocar guitarra. Todos riem e chocalham o pénis para a câmara.
Na cidade, a garota está a ser chamada “vadia” e outros nomes. No seu profile no Orkut, ela lamenta: “Se arrependimento matasse…”
Os rapazes é que, aparentemente, não estão nem um pouco arrependidos ou preocupados com a repercussão da filmagem. Um amigo deles disse que “eles acham que logo o povo vai esquecer e ninguém mais falará sobre isso”.
A própria garota estaria contando com isso e continua a ir à escola, sem se importar com olhares e risinhos. O jornal não conseguiu entrar em contacto com a mãe dela.
Braz Carmona, conselheiro tutelar, ouviu a menina. “Ela disse que não foi estuprada e que teve relações sexuais com os rapazes porque quis”, disse Carmona, que também colheu depoimento dos rapazes.
O conselheiro encaminhou o caso para o Ministério Público, que decidirá se vai arquivá-lo em encaminhá-lo à Justiça.
Os rapazes poderão receber pena de 1 a 4 anos de prisão por ter corrompido uma menor de idade. “O que eles fizeram não podia ter acontecido”, disse o conselheiro. “O consentimento da adolescente não os exime de responsabilidade diante da Justiça, não inocenta.”
Dos cinco rapazes, quatro namoram. Eles tiveram de se explicar, reforçar que tudo foi uma brincadeira etc. Até agora, nenhum deles foi deixado pela namorada.
O título deste post pode assustar, mas embora pareça sensacionalista, ilustra bem a nova moda entre os norte-americanos que, em busca de aumentar o prazer sexual fazem festas “roleta russa”, cuja atração principal é o risco de contrair SIDA.

Tudo começou em São Francisco, com o surgimento das “barebacking parties”, festas organizadas para que todos (de ambos os sexos) mantenham relações sexuais sem o uso do preservativo e das “Russian Rolette Partie”, na qual 10% das pessoas são soropositivas e as demais negativas. Nesse tipo de festinha, somente o organizador sabe quem são os infectados com o vírus (chamados de “presente”) e é estritamente proibida a entrada, uso e venda de preservativos – ou seja – entrou, está exposto.
Além disso, é crescente o número de casais homossexuais que se contaminam voluntariamente, a fim de assumir uma situação de igualdade diante do parceiro e com isso livrar-se definitivamente do uso de preservativo.






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