A Vingança Perfeita no novo filme
de Gerard Butler e Jamie Foxx

Tens de ter o Flash Player para ver o Ainanas TV.
Abiding Citizen, pelo nome (que em português significa Cidadão Cumpridor) não chama muito a atenção, mas ao ver este trailer a minha opinião mudou muito.
No filme Butler interpreta Clyde Shelton, um homem que vê sua mulher e filha serem assassinadas para que depois de preso um dos criminosos leve uma sentença muito leve por ter feito uma denúncia.
Dez anos depois Shelton confessa ter morto o assassino da sua família e começa a planear de dentro da cadeia a morte dos principais envolvidos naquele julgamento para que o “sistema” venha abaixo.
Em novembro de 2008, durante um churrasco, uma garota de 15 anos de Sertãozinho (Brasil) deixou-se filmar por um telemovel fazendo sexo com cinco rapazes – todos maiores de idade.
“Foi apenas uma farra”, diria mais tarde a garota.
O que a adolescente não esperava é que as imagens de 16 minutos de sua ‘farra’ fossem postadas no Youtube.

Agora, ela ficou famosa lá no Sertãozinho, a “Califórnia Brasileira”, cidade de 101 mil habitantes que fica a 553 km de São Paulo.
Uma colega dela de escola disse a um jornal da região, A Cidade, que “todos falam deste vídeo. Mulher, homem, novo, velho. Todo mundo quer ver porque são todos conhecidos na cidade”.
O vídeo foi retirado do Youtube, mas é fácil encontrar na cidade alguém que tenha uma cópia. Aliás, o vídeo antes espalhou-se por bluetooth e MMS e só depois é que foi colocado na internet.
As imagens são nítidas: sem preservativo, os rapazes, um a um, se revezam na rapariga de 15 anos, enquanto ela faz sexo oral em um deles. Ninguém está constrangido com a filmagem. Um dos jovens coloca as cuecas na cabeça e finge tocar guitarra. Todos riem e chocalham o pénis para a câmara.
Na cidade, a garota está a ser chamada “vadia” e outros nomes. No seu profile no Orkut, ela lamenta: “Se arrependimento matasse…”
Os rapazes é que, aparentemente, não estão nem um pouco arrependidos ou preocupados com a repercussão da filmagem. Um amigo deles disse que “eles acham que logo o povo vai esquecer e ninguém mais falará sobre isso”.
A própria garota estaria contando com isso e continua a ir à escola, sem se importar com olhares e risinhos. O jornal não conseguiu entrar em contacto com a mãe dela.
Braz Carmona, conselheiro tutelar, ouviu a menina. “Ela disse que não foi estuprada e que teve relações sexuais com os rapazes porque quis”, disse Carmona, que também colheu depoimento dos rapazes.
O conselheiro encaminhou o caso para o Ministério Público, que decidirá se vai arquivá-lo em encaminhá-lo à Justiça.
Os rapazes poderão receber pena de 1 a 4 anos de prisão por ter corrompido uma menor de idade. “O que eles fizeram não podia ter acontecido”, disse o conselheiro. “O consentimento da adolescente não os exime de responsabilidade diante da Justiça, não inocenta.”
Dos cinco rapazes, quatro namoram. Eles tiveram de se explicar, reforçar que tudo foi uma brincadeira etc. Até agora, nenhum deles foi deixado pela namorada.
Atenção: LINGUAGEM IMPRÓPRIA
Concordo plenamente que a linguagem não seja a mais apropriada mas, coisas destas só se podem dizer desta maneira!!! Peço imensa desculpa mas, vou passar esta mensagem tal e qual como a recebi por mail.
Creio que esta carta é merecedora de divulgação. Também… não tem nada de mais. Não é nada que não se saiba. No fundo, nós até pensamos precisamente da mesma maneira (se não pior).
REVOLTADO!!!!
Escrito por uma pessoa revoltada, pelo que teremos que desculpar e ignorar algumas palavras que podem chocar. Porém, estou certa que reflecte o espírito da maioria dos portugueses.
A este saltou-lhe a tampa… e não é o único.

Justiça. Comissão negou liberdade condicional a Chapman Mark David Chapman, o homem que matou John Lennon a 8 de Dezembro de 1980, vai continuar pre- so durante pelo menos mais dois anos, continuando assim a cumprir a pena de 20 anos a perpétua a que foi condenado. Esta é a quinta vez que a comissão que estuda os pedidos de liberdade condicional se recusa a libertar o assassino do antigo beatle, que já tinha visto o seu caso ser analisado em 2000, 2002, 2004 e 2006.






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